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QUE É A DEFICIENCIA DE ALFA-1 ANTRIPSINA?
A Deficiência de Alfa-1 Antitripsina (Alfa-1) é uma desordem hereditária que principalmente pode ocasionar na tercera e quarta década de vida uma
doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), como
enfisêma e bronquite crônica. Com menos frequência se pode manifestar desde o nascimiento até qualquer momento na vida como uma
enfermidade hepática crônica. O Alfa-1 se caracteriza por uns níveis no sangue muitos baixos ou inexistentes duma proteína chamada AAT (alfa-1 antitripsina) que é produzida pelo fígado. A função principal da AAT é de proteger o tecido pulmonar da inflamação ocasionada pelas infecções e pelos irritantes inalados, como o fumo de cigarro. Os baixos níveis da AAT em sangue ocorrem porque o fígado não pode liberar a AAT defeituosa á rapidez normal. Numa porcentagem pequena dos afetados, a acumulação da AAT ocasiona dano grave ao fígado.
MANIFESTAÇÕES DO ALFA-1
DPOC (enfisêma
e bronquite crônica)
Asma com uma obstrução de fluxo de ar que não reverte completamente depois dum tratamento agressivo com broncodiltadores
Bronquiectasias
(dilatação das vias aéreas)
Hepatite neonatal e colestase
neonatal em recém nascidos
Cirrose hepática em crianças, adolescentes
e adultos
Hepatite
crônica e
câncer do fígado em adultos
Paniculite necrotizante--uma condição da pele
Vasculite de tipo C-ANCA positivo--uma inflamação dos vasos sanguíneos
pequenos
SINAIS E SINTOMAS MAIS COMUNS DA ALFA-1
Falta de ar em repouso ou ao realizar algum esforço
Fadiga ou ofegação
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Silibâncias
Tosse crônica e/ou produção crônica de fleuma ou esputo
Infecções pulmonares frequentes
Alergias durante todo o ano
Rápida deterioração da função pulmonar sem uma história significativa do tabagismo
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Enzimas hepáticas elevadas
Ictericia (coloração amarela de olhos e pele)
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Acumulação de líquido no abdômen
e pernas (ascitis)
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Vômito
de sangue ou rasto de sangue nas fezes
PESSOAS QUE DEVEM CONSIDERAR FAZER-SE A PROVA
Em Outubro de 2003 foram publicadas na revista médica American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine as novas normas para o diagnóstico e tratamento da Alfa-1. As pessoas com devem considerar fazer-se a prova para o Alfa-1:
Pessoas com DPOC: enfisêma e bronquite crônica
Pessoas com asma acompanhada de obstrução de fluxo de are que não reverte completamente depois dum tratamento agressivo com broncodilatadores
Pessoas com bronquiectasias
Recém nascidos, crianças e adultos com enfermidade hepática crônica sem causa aparente
Pessoas com
história famíliar de
doenças pulmonares ou hepáticas crónicas
Casais de pessoas
e familiares diagnosticadas com Alfa-1
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Pessoas com paniculitie ou vasculite C-ANCA positivo
IMPORTANCIA DO FAZER-SE A PROVA
Nos afectados de Alfa-1 o fumar é o principal factor de risco para o desenvolvimento precoce da enfisêma. Outros factores de risco incluem as infecções pulmonares, a asma e a contaminação ambiental. A detecção cêdo da Alfa-1 é importante para que os afectados tomem as medidas preventivas e de tratamento que poderiam detêr a perda da função pulmonar e da qualidade de vida. Para os Alfas fumadores o,
deixar de fumar é a medida mais importante. Hoje em dia existem tratamentos para detêr o dano pulmonar e para tratar os sintomas pulmonares de Alfa-1.
Pelo seu carácter hereditário (pode passar-se o transtorno aos seus filhos) é importante no momento de tomar decisões relacionadas com a reprodução de casais.
Uma simples "prova de sangue" é tudo o que se necessita para detêr a Alfa-1.
DATOS IMPORTANTES ACERCA DA ALFA-1
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A Alfa-1 é a principal causa de transplante de fígado em crianças.
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A Alfa-1 foi identificada em virtualmente todas as povoações, mas é mais comum em pessoas de descendência do norte de Europa (Escandinavia e Inglaterra) ou de Iberia (Espanha e Portugal).
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Estima-se que uns 100.000 americanos e um numero similar de europeus têm Alfa-1.
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O 95 por cento das pessoas que se estima têm Alfa-1 não foram diagnosticadas.
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Estima-se que 26 milhões de pessoas só nos Estados Unidos desconhecem que são portadores do gene anormal que ocasiona a Alfa-1 e podem passar o gene aos seus filhos. Os portadores tambem podem estar em risco de padecer de doença pulmonar e/ou de fígado.
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A Alfa-1 é um transtorno mundialmente infra-diagnosticado e que com muita frequência é diagnosticado incorrectamente como asma ou doença pulmonar obstructiva crônica (DPOC) ocasionada pelo fumar.
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As pessoas com Alfa-1 passam um promeio de 7 anos e visitam um promeio de 3 anos antes de receber um diagnóstico correcto.
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A Organização Mundial da Saúde (Reunião 1996) recomenda que todas as pessoas com DPOC e todos os adultos e adolescentes com asma, a fazerem-se a proba que detecta a Alfa-1.

Última revisión
en 06/13/2008
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Traduzido por: Amadeu José Ferreira Monteiro
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