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Quando recebemos o diagnóstico de certa doença incuravel é como se o apacivel quadro da vida se rompesse em pedaços e estes esparramassem, sem esperança alguma; o afetado paraliza-se num entorpecido estado de shok, ira e mêdo, aparecendo então a mágoa e terrivel ideia de que se perdeu a existência ante a presença de algum transtorno crônico-degenerativo (progressivo de longa duração) como asma severa, Parkinson (caracterizado pela perda do control de movimentos), diabetes, doenças do coração, cancru e artitis, entre outros. Mesmo que a detenção deste tipo de doenças é necessária, representa um duro golpe que obriga a reestruturar a vida, é dizer, ao ficar agarrado nas restrições impostas pela doença pode-se sentir que não há nada a fazer, mas na realidade é tudo o contrario. Assim, o primeiro passo para passar de vítima a sobrevivente é permitir-se cada um a experimentar a dor e chorar pelo acontecido, ao mesmo tempo que se definem estrategias para fazer possivel ajustar-se ás mudanças, pois é necessário superar os novos desafios que se enfrentarão. Assim mesmo, é conveniente procurar ajuda e apoio nos familiares, pois talvez o paciente encontre-se numa situação que o obrigue a depender de outros para sastifazer diversas necessidades. Ante tal panorama, há quem se torne passivo e seguem todo o tipo de instruções médicas, encuanto outros tornam-se mal-humorados, recusam-se a seguir os conselhos do especialista e negam-se a abandonar hábitos malsãos, como ter defeciente alimentação, e consumir tabaco e alcool. O têrmo meio positivo consiste, em que cada um deve de tomar a responsabilidade em cuidar-se e criar entorno agradável, rodeando-se de coisas que lhe recordem a beleza da vida (flores frescas, alguma mascota e gente optimista), que lhe levante o ânimo e o divirtam. Agora bem, mesmo que o paciente se veja forçado a confiar menos na sua energia física devido ás limitações que podessem provocarem-lhe a doença, é possivel que melhore internamente, concentrando-se no seu bem-estar mental e emocional, o que pode permitir-lhe impactar em forma positiva no seu mundo pessoal ao oferecer maior energia e alimento ao seu espíritu. Você não é o que padece Como paciente, é importante ter presente que sofrer uma doença crônica não significa que a sua vida de haja congelado; por tal, muitas pessoas demonstraram que podem seguir p´ra frente, incluso, ajudando aos seus semelhantes, já que o serviço ou acção social também são rota (caminho) para abandonar o papel de vítima. Assim, quando se começa a actuar a favor de alguma causa é possivel lograr que a vida dos demais seja diferente e afirmar a própria. É igualmente essencial recorrer a outros individuos na mesma situação, em cujo caso convem acudir a reuniões com grupos de apoio dedicados a oferecer ajuda emocional no ambiente adequado, junto com a possibilidade de intercambiar ideias e informação sobre a doença que compartem, o que facilita conhecer e aceitar-lha de melhor maneira. Por isso, deve-se consultar ao médico antes de tentar alguma troca ou modificação ao tratamento. Por outra parte, convem maximizar os pequenos êxitos (actitude que, por certo é parte da arte de viver de qualquer pessoa, não só para os que têm que fazer frente a desafios físicos); por exemplo, cada dia ou semana pode festejar que tem vida e sufeciente ânimo e coragem para fazer-lhe frente a cada etapa da doença. Porquê deve procurar apoio? Com frequência o aspecto emocional da doença é tão difícil de controlar como o físico, pelo que é normal ter temores e precauções, assim como sentir-se agoniado pelo padecimento. Homens e mulheres têm distintas maneiras de manejar estes sentimentos, mas lembre-se que a actitude frente a tal condição, suas expectativas, e que também possa enfrentar dita circunstância são factores que jogam importante papel para que o tratamento tenha êxito. Á continuação indicam-se alguns recursos que convem considerar para obter apoio, embora deverão aplicar-se dependendo de cada situação. Aproxime-se a familiares e amigos. Geralmente, contar com laços estreitos e de apoio com amizades e parentes costuma ter impacto positivo sobre a saúde; incluso, as pessoas mais próximas a você são as que com maior probabilidade lhe brindarão a ajuda que necessita, assim que não se afaste deles nem se feche em casa. Converse com um conselheiro ou psicologista. Trata-se de especialistas que podem orientar-lhe sobre como enfrentar a tristeza, depressão e sentimentos agonizadores. Se o considera apropriado ao seu caso, peça-lhe ao médico que lhe recomende algum. Una-se a um grupo de apoio. A investigação sobre o cuidado médico demonstrou que estas agrupações estão conformadas por pacientes com a mesma condição ou doença, e costumam reunirem-se periódicamente para falarem do transtorno que sofrem, aclarar ou plantear dúvidas e temores, assim como auxiliar a individuos recém diagnosticados a enfrentar a sua situação da melhor maneira possivel. A tal respeito, outra opção que tem o paciente ao seu alcance são os grupos de apoio em linha (via internet), graças a que actualmente muitos sítios oferecem foros salas de conversa para gente com diferentes afições, pelo que podem ser uteis para contactar individuos cujas preocupações sejam similares ás suas. Mas tenha cuidado, já que não todos os tratamentos ou descobrimentos que aí se costumam mencionar foram cientificamente provados enquanto a segurança e eficácia, assim que se lê alguma novidade e interessante, comente-a com o seu médico. Se você ou algum famíliar enfrentam a situação exposta, lembre-se que existem diversas alternativas destinadas a melhorar a qualidade de vida do afectado e que, antes de tudo, a actitude pessoal conta muito no bem-estar que se experimenta cada dia. Última revisión en 06/13/2008 [espanhol] [portugués] [informação alfa-1] [associação alfa-1 españa] [boletim informativo] [donativos] [informate] [grupos de apoio] [links] [deteção e registo] [ponto de encontro] [referencias] [site] [temas de interesse] A informação apresentada na página web não deve ser um substituto da recomendação ou tratamento médico. A Fundação recomenda que consulte com o seu médico ou profissional da saúde. Traduzido por: Amadeu José Ferreira Monteiro Tel. (34) 933-574-724 E-mail: amadeujfmonteiro@hotmail.com Esta página é administrada pela Fundação Alfa-1 de Porto Rico. Fundação Alfa-1 de Porto Rico PMB 318, 2000 Carr. 8177, Suite 26 Guaynabo, Puerto Rico (USA) 00966-3762 Tel. 787-747-6270 E-mail: info@alfa1.org |
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